sábado, 27 de novembro de 2010

Déjà Vu


Quando eu era mais novo eu tinha uns sonhos estranhos e quase nunca lembrava, às vezes eu sentia que algo ia acontecer e de repente, né que eu lembrava do sonho e me via vivendo na realidade aquele fragmento de sono e imaginação?!?! Que sensação bizarra, é essa a melhor palavra pra descrever tal situação.

Rescentemente, eu tive esse Dèjá vu. Na minha infância eu sempre sonhava com uma situação de esforço repetitivo, via e ouvi cenas de trabalho em série, uma rotina efetiva, mas isso me angustiava muito, muito mesmo... Um dia desses eu tive esse sonho novamente, um sonho tão angustiante, mas eu não conseguia ver onde e como e ainda o que era que estava acontecendo, é muito ruim sentir isso, caralho.

Hora vai, hora vem e eu percebo um "flash" com uma lembrança de um dia que eu acordei no meio da noite tentando lembrar o que eu tava sonhando e me dei conta que eu, novamente, estava a viver mais uma parte de um "sonho" que tive. Mermão, como isso é possivel? Eu fiquei, imediatamente, paralisado, atônito, teso, entre outros adjetivos sinônimos a estes que citei.

Bom, eu já tive vários casos dessas situações, mas passava despercebido, depois disso, eu passei a me questionar sobre isso. Até que ponto isso é real? Por que eu sonho essas coisas e vem acontecendo com frequência? Até onde o ser humano "preve" um acontecimento? Será que previ mesmo, ou era so coicidência e mal estar? Eu não consigo "me aquetar" com essas dúvidas que não consigo respostas coerentes...

Sensitivismo, se é que existe essa palavra, é realmente tão efetivo e forte na minha vida que chega a dar medo, caralho, será mesmo que eu tenho essa sensibilidade?

sexta-feira, 12 de novembro de 2010

Será que o relógio é um rolex?


Parecia um dia normal. Era uma terça comum até que fui visita-la. Saíram e nos deixaram a sós. Seu olhar tímido e cativante me provocou. Eu respondi seu olhar e acompanhei-a até o banheiro, quando me dei conta já estávamos sem roupas. Frente a frente. Caminhei lentamente em sua direção e então começei a lhe beijar segurando-a pela cintura. Nossa respiração ficava cada vez mais intensa.

Encostei-a na parede e a virei de costas beijando sua nuca, alisando e segurando seu cabelo de forma sensual. Poucos segundos depois, com um movimento brusco e preciso, virei seu corpo de frente para o meu e continuei a beijar, pelo pescoço, ainda a segurando pela nuca, pelo corpo inteiro...

Era visivelmente claro, ela estava loucamente excitada. Depois de beijos e mais beijos debaixo do chuveiro, ela me abraçou por trás e me fez carícias pelo corpo beijando meu pescoço, meu ombro, minha nuca até que eu me virei e encostei-a na parede novamente. Agora, distante do chuveiro, podíamos ouvir as gotas ao cair no chão. Então, segurei sua perna esquerda e a suspendi. Finalmente, estávamos um no outro. Com uma lenta penetração, que começou suave e tornou-se "agressiva", assim como os beijos e as carícias. Respiração ofegante, gemidos e olhares penetrantes.

Apesar do chão molhado, e do chuveiro ligado, seu corpo foi ficando cada vez mais quente eu sentia que ela já estava a se render e então entregou-se de corpo e alma. Prendeu-me com suas pernas quando eu a levantei ainda mais. Abraçou-me no pescoço e enquanto a penetração ficava mais forte, ela me arranhava com toda satisfação e com o desejo de provocar a mesma dor prazerosa que eu lhe causava.

Enfim estávamos no chão. Eu, também, me rendi a ela como uma presa se rende ao predador após tanto lutar. Ela estava em cima de mim agora e com a respiração menos ofegante, porém, não menos excitada. Eu estava concentrado em seu olhar e, enquanto olhava para ela, alisava seus seios e mordia seus lábios. Eu estava, realmente, excitado, estava ofegante e meu desejo por ela era visivelmente claro, eu não conseguia conter a satisfação em meus olhares e ações. Suas unhas encravadas em meu peito me faziam sentir que o desejo dela era de que aquele momento nunca acabasse.

Finalmente, sua respiração ficou falha e em seguida, a minha respiração também. Enfim chegamos ao orgasmo numa sincronia equiparada a uma orquestra sinfonica e por fim pudemos usufruir de tanta água... nos banhamos. Logo em seguida, eu me vesti e sai do banheiro. Ela preferiu ficar um pouco mais debaixo da água corrente, sentindo em seu corpo os efeitos daquele momento maravilhoso.



Texto levemente editado por mim, não sei nem o que comentar sobre o texto, na verdade é um rascunho e existe uma outra versão com duas visões que eu postarei em breve, o original na visão HER e o original na visão HIM.